Transparência e democracia nos condomínios

O condomínio de moradia é um microcosmo da nossa vida política: Democracia, Corrupção, Transparência, Participação… Tudo acontece no condomínio, e guardadas as proporções, tudo muito parecido!

Que tal discutirmos aqui dados abertos nos condomínios?


Exemplos:

  • Com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) a governança sobre o banco de dados de uma empresa, pública ou privada, ficou mais parecida com a governança sobre dados do condomínio.
    Nem todos os dados abertos são tão abertos assim; ao mesmo tempo que nem tudo que tem dono, tem um dono só. Mesmo as grandes empresas são co-proprietárias, precisam dividir uma fração da governança sobre os “seus” dados categorizados com outros donos.

  • Os 10 princípios estão aparentemente intactos para os condomínios, não parece haver demanda por nenhuma adaptação.

  • Cartórios digitais: o registro de documentos (atas, normas, documentos fiscais, etc.) para efeitos de fé pública é um dos pré-requisitos para se reduzir a corrupção nos condomínios, para reduzir corrupção nas prefeituras, para a desburocratização, gerar provas na justiça, redução de custos de transação, etc.
    Não é possível que em 2020 o único objeto digital passível de registro em cartório para efeito de fé pública, seja o documento PDF… E pior, qualquer resquício de estrutura e até o texto original do documento digitalmente assinado é destruída, o Cartório, quando não nos obriga a imprimir, nos devolve um PDF-imagem.
    Mesmo assim já existem mecanismos baratos para preparar datasets e documentos para o cartório.

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